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Silvio Diogo

Nascido em Uberaba (MG), cursou jornalismo pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (2004). É autor dos livros de poesia Respingos e clamores: libreto do fundo do peito liberto (2005), Desenho do chão (2008). Desenvolve criação de desenhos, caligrafia, arte gráfica e edição de livros. Atualmente trabalha como produtor cultural na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, em Diamantina (MG).
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Mauricio Teixeira

Estudou contrabaixo com Jorge Oscar de Souza no Departamento de Música da Unicamp, tocou em orquestras sinfônicas e grupos de música popular. É pesquisador musical, fez mestrado e doutorado sob orientação de José Miguel Wisnik, tem um pós-doutorado em Música. Atualmente é professor da Faculdade Paulista de Artes.
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Victor de São José - Trio JoséVictor Santos

Iniciou os estudos de violão clássico e popular em 1998, aos 11 anos, com o professor Marcílio Souza Lima, em São José dos Campos. Na adolescência, tocou guitarra na banda de rock Ethama, participando de festivais e gravando dois CDs com o grupo. O interesse pela viola caipira surgiu em 2007, quando o músico passou a se dedicar ao instrumento e explorá-lo de diferentes maneiras; aproveitando, para isso, todas as suas influências da música brasileira, do rock e do jazz. Em 2009 montou o Trio José com Danilo Moura e Rodrigo Silva. Com o trio, Victor começou tocando nos bares da noite, como o espaço cultural Rapsódias, bem como em diversas quermesses e festas da região. Também fez shows na livraria e sebo Literacia, e tocou na Virada Cultural Paulista de 2011. Além disso, o músico viajou com o Trio José para tocar em Minas Gerais e Goiás, onde fizeram diversas apresentações em bares e espaços culturais e outros eventos, como o 43º Festival de Inverno da UFMG, em Diamantina, onde tocaram no teatro Santa Isabel.
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Pedro Ribeiro

Paulistano de vida e nascimento foi abençoado pela lua de escorpião. Com uma chegada de grito multivozes do seu pequeno pulmão, rompeu o ventre materno parecendo uma congada. De cara já chancelou sua história com as manifestações populares brasileiras. Da mãe, a folia de reis do interior paulista, do pai, os congos e batuques das Gerais. De natureza arteira e não artística resolveu desbravar os arredores sonoros e coletivos de sua infância integrando fanfarras, grupos de jovens, clubes esportivos e muita escalada em muro e árvore. Com fôlego de maratonista queniano resolveu correr até a FPA – Faculdade Paulista de Artes habilitando-se como ator. Dobrou algumas outras esquinas e parou no bairro da Luz na ULM, lá o mundo se revelou em timbres e baques. De vez em quando compõe umas zoadas melódicas com cara de canção.
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Rafael Ramalhoso

Rafael Ramalhoso é violoncelista e compositor. Já participou de orquestras sinfônicas e de música brasileira, além de grupos de improvisação, jazz e de música barroca. Atualmente integra o duo de tango “Sur” (ao lado do bandoneonista Cesar Cantero) e o grupo da cantora Lorenza Pozza. Além do repertório tradicional do violoncelo moderno, vêm se especializando na interpretação historicamente orientada da música barroca, com Dimos Goudaroulis, Teresa Cristina Rodrigues e João Guilherme Figueiredo. Participou de masterclasses e cursos com Jaap Ter Linden, Gaetano Nasillo, Eckart Runge (Artemis Quartet) e Ji Shim. Atualmente é aluno de violoncelo barroco de João Guilherme Figueiredo, na Emesp.
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Ricardo Virgini - Matuto ModernoRicardo Virgini

Violeiro, compositor, professor de música, produtor fonográfico e cultural e pesquisador de musica tradicional. Seu gosto pela musica caipira veio através de parte de sua família, de Águas da Prata e São João da Boa Vista, e o lado italiano veio de Rio Claro. Mas não foi sempre assim, urbanóide nascido na capital, durante toda a sua adolescência tocou muita guitarra, muito Rock e Blues, onde conheceu Marcelo Berzotti e Alex Mathias. Tocou com os músicos americanos Bob Brozman, e Woody Mann em suas turnês brasileiras, tocou também em duo com Christiaan Oynes e em participações com a banda Serio Duarte & Entidade Joe Lançou em 2010 seu primeiro CD solo, Na Zoada do Arame, totalmente instrumental.
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Marcelo Berzotti - Matuto ModernoMarcelo Berzotti

O “caipira personificado”, contador de causos oficial do Matuto, embora tenha nascido na capital São Paulo tem família da região de Altinópolis e Cajuru, lá onde o Matuto foi gravar com a Companhia de Santos Reis Fazenda Congonhal de Altinópolis e Sto. Antônio da Alegria. Passou a infância ouvindo os discos de “Tião Carreiro” de seu pai, que foi por muitos anos encarregado da parte gráfica da extinta gravadora CBS, hoje Sony. Baixista e compositor, toca com Ricardo Vignini desde 1991, buscando inspiração para suas obras em suas viagens pelo interior paulista e mineiro.
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Jean Garfunkel

Poeta, ator, cantor, compositor e publicitário. Nascido em São Paulo, descendente de franceses, pelo lado paterno, russo e italiano pelo lado materno, desde menino teve acesso a vários tipos de informação musical. Essa multi influência e mais o próprio som ambiente cosmopolita da cidade de São Paulo, fizeram de Jean um compositor versátil e inquieto, mas sempre preocupado com a realidade brasileira, característica presentes nas suas letras. Suas músicas em parceria com seu irmão Paulo Garfunkel, foram gravadas por vozes importantes da nossa MPB, tais como: Elis Regina – Calcanhar de Aquiles; Maria Rita – Não Vale a Pena; Margareth Menezes – Desabalada, Renato Braz – CD “Por toda a vida”, com 12 músicas, todas de Jean e Paulo Garfunkel — além das canções Cruzeiro do Sul e Passarinheiro;Rosa Maria – E agora; Pena Branca e Xavantinho – Mazzaropi; Zizi Possi – Gato gaiato e Estrebucha Baby.Como letrista trabalhou com parceiros ilustres como, Léa Freire, Sizão Machado, Mozar Terra, Moacyr Santos, maestro Júlio Medaglia e Yamandú Costa.
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Dami Baz

Atuou na cena musical sul-mato-grossense na década de 1990. Sua produção fonográfica inclui as participações nos Cds: Caramujo Som (1990), Mato Grosso do Som (1993), Geraldo Roca (nas músicas: Mochileira e Rio Paraguai), Celito Espíndola (Pelo rádio, em várias faixas de seu Cd) e Paulo Simões. Dami canta e compõe em guarani, a sua língua materna. Algumas dessas criações estão presentes no álbum que lançou em 2002, chamado “Kuarahy”. Entre suas músicas: Jasy Jateré é na TVE de Campo Grande como tema que identifica a música desse estado. E juntamente com Ro Haihu,integram o conjunto de música que são constantemente tocadas no programa ñeengatú da Rádio Cultura de Campo Grande. Em 2006, venceu a mostra de artes do XVII Projeto Nascente da USP interpretando músicas de Saulo Alves e Paulo Nunes.
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Diógenes S. Miranda

É formado em artes visuais pelo Centro Universitário Belas Artes, optando explorar as linguagens de gravura, fotografia e vídeo. Atualmente trabalha no laboratório de vídeo da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo contribuindo na produção de documentários na área de cultura, arquitetura e artes.
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Ser Tão Trio

Formado em 2010 pelos músicos Bruno Menegatti, Bruno Sanches e Giovanni Matarazzo, o trio nasceu da vontade de explorar a sonoridade de seus instrumentos em múltiplas linguagens, preservar estilos tradicionais brasileiros e misturá-los com tradições musicais de outros países. Entre os shows que realiza, estão “Beatles Violados” (que tem a proposta de explorar a universalidade da música através da mistura de canções dos Beatles com melodias e ritmos brasileiros),“Saudade da minha terra” (onde se explora o repertório musical consagrado do Brasil interior) e o último trabalho, intitulado “Caipira Urbano” (composto por músicas próprias do trio).O Ser Tão Trio já se apresentouem cidades do interior paulista e diversos espaços culturais da Grande São Paulo, como a Casa das Rosas, Casa da Dona Yayá, Sesc Ipiranga e em eventos da Universidade de São Paulo (USP), entre outros. Em outubro de 2010 representou o Brasil no “Festival Internacional Itá – Unidos por el canto”, no Paraguay. Realizaram a trilha sonora do espetaçulo teatral “A Gazinha” que esteve em cartaz no Centro Cultural São Paulo em maio e junho de 2011.
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Bruno Sanches

Viola de dez cordas e voz. É aluno do curso de Bacharelado em Música com a Habilitação em Instrumento (Viola Caipira) da Universidade de São Paulo, sob orientação de Ivan Vilela. Nessa mesma instituição estudou Violão, com Edelton Gloeden e Criação Musical, com Aylton Escobar. Em 2008 interpretou, ao primeiro violão, o Concerto em Sol Maior para dois Bandolins e Orquestra de Antônio Vivaldi, em Itá – Paraguay e integrou o Ensemble de Violões do Festival Leo Brouwer realizado pela USP em parceria com o Instituto Cervantes. Em 2009 representou o Brasil, com a Viola Caipira, na 23ª Edição do Festival Internacional Encuentro de Amigos Latinoamericanos “Itá – Unidos por el Canto” e juntou-se ao grupo Studio Coral Vozes Femininas, da ECA- USP, como acompanhador à Viola Caipira, sob regência de Marco Antônio da Silva Ramos com quem apresentou-se no Teatro do MASP. No mesmo ano apresentou ao maestro Leo Brouwer músicas do repertório tradicional caipira, durante o 2° Festival Internacional de Violão da USP – Festival Leo Brouwer. Com a Viola Caipira tem desenvolvido trabalhos de composição buscando sonoridades pouco exploradas no instrumento, transcrições para a partitura de obras somente registradas em áudio e confecção de arranjos instrumentais e de acompanhamento do canto. Atualmente, além de integrar o Ser Tão Trio, toca no Duo Koygua, de Viola Caipira.
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Bruno Menegatti

Rabeca e viola de arco. Nascido em Santo André, em 1985, graduo-se em licenciatura em música pela Universidade de São Paulo (2009) e atualmente cursa pós-graduação em música na mesma instituição desenvolvendo uma pesquisa sobre bandas de pífanos da Bahia. Estudou viola de arco com Marcelo Jaffé e violão comRosimary Parra e Paola Picherzky. Participou de vários festivais e encontros de música e como compositor realizou trilha para espetáculos de teatro (Cia dos Ditos Cujos). Também atuou como músico convidado da Cia. do Latão no espetáculo “Ópera dos Vivos”. De 2006 a 2010 trabalhou como educador musical no Instituto Brasil Solidário realizando oficinas com alunos e professores de escolas públicas em cidades do Centro-Oeste e Nordeste. Foi contemplado no Edital da Funarte Prêmio Interações Estéticas 2009 – Residências Artísticas em Pontos de Cultura, e realizou com o grupo Mulungu o projeto Novos toques, novas sonoridades no Ponto de Cultura Sons de Canudos (Canudos-BA). Integra o grupo Ser Tão Triode pesquisa e criação de música popular brasileira.
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Giovanni Matarazzo

Violão e viola de dez cordas. Cursou bacharelado em violão no Departamento de Música da Universidade de São Paulo e atualmente tem se dedicado ao estudo de viola caipira sob orientação do Professor Ivan Vilela pela mesma instituição. Durante a formação participou de vários festivais e Master Classes com importantes nomes da música brasileira como Hermeto Pascoal, Toninho Carrasqueira, Maurício Carrilho, Luciana Rabello, Toninho Horta, Isaias e Israel de Almeida, Edmilson Capellupi, Guinga, Brás da Viola e Lula Galvão. Além do Ser Tão Trio, é integrante dos grupos de Choro da ECA-USP, do trio de violões Mbaraká, Studio Coral e do Duo Koygua de Viola Caipira. Além disso, têm desenvolvido trabalho de divulgação da música brasileira, apresentando-se em importantes salas na cidade de São Paulo como: MASP, CPC-USP, Fundação Ema Klabin, Teatro São Pedro, além de diversas unidades dentro da universidade.
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Gustavo Sarzi

Nasceu em Botucatu e é graduado Bacharel em Música com habilitação em Composição pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP) sob a orientação de Aylton Escobar e colaboração de Antonio Adolfo. Estudou piano MPB/Jazz e improvisação com Paulo Braga (‘Grupo Bonsai’), André Marques (‘Hermeto Pascoal e Grupo’) no Conservatório Dramático e Musical de Tatuí (CMDCC). Durante sua formação participou de vários festivais e master classes com importantes nomes da música brasileira como César Camargo Mariano, Hermeto Pascoal, Toninho Carrasqueira e Guinga. Foi premiado nos festivais “Botucanto” (2005; Botucatu – SP) e “Americanta” (2004 e 2005; Americana – SP) na categoria “Música Instrumental”. Realizou gravações com os artístas: Fabiana Cozza, Amélia Rabello, Miucha, Olivia Byigton, Danilo Caymmi, e shows com Lívio Tragtenberg, Cida Moreira, entre outros. Fez direção musical dos shows “São Ismael Silva” (com Cristina Buaque, Jards Macalé, Barão do pandeiro e Ná Ozzetti), “Um Grito Solto No Ar” (com Georgette Fadel) e “Na Boca do Lobo” (com Cida Moreira); e das peças teatrais: “Luis Antonio Gabriela” – direção Nelson Baskerville, “Pedrinho Jaçanã ”, projeto de inclusão social realizado pela secretaria do Estado de São Paulo, entre outras. Atualmente trabalha como músico pesquisador da cultura regional brasileira (nos grupos paulistas ‘Mulungu’ e ‘Fogo na Roupa’), no teatro (‘Cia Mungunzá’) e paralelamente como pianista, acordeonista, arranjador e diretor musical na cidade de São Paulo.
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Chris Arundhati

Natural da Cidade do México, cursou ensino de línguas estrangeiras, na Universidade Nacional Autónoma do México, onde é atualmente professora  de língua portuguesa, assim como no Instituto Politécnico Nacional, duas das principais instituições de ensino superior do país. Pertencendo a uma família sempre envolvida com a arte, herdou a paixão pela música e a sensibilidade numa voz cálida e bem timbrada. Tem cantado desde criança, passando pela música sacra, rock e blues, mas foi há 4 anos que formou com amigos – Christian Maya (baixo), Edenir Figueroa (percussões brasileiras), Mónica del Àguila (violoncello), Cristobal Granados (bateria), e membros da família – Angel Gutiérrez (guitarra portuguesa, violão e voz), Leo Nava (Guitarra e backings) – o grupo Fogo Ensemble, e desde então dedica-se à difusão da cultura dos países lusófonos através da sua música. Tem se apresentado em distintas universidades do México (UNAM, IPN, UAM, EBC, Claustro de Sor Juana), foros culturais, no Festival das Culturas Amigas, na Embaixada de Portugal no México, na Faculdade de Educação da USP em São Paulo e no programa de rádio “Travessia”  da estação de Rádio Horizonte FM. Colabora com o Instituto Camões, o sector cultural das Embaixadas do Brasil e de Portugal no México, e a Secretaria de Cultura do GDF, como grupo representativo nas actividades culturais. Apresentam-se também no restaurante Casa Portuguesa, aos fins de semana. Gravaram um CD de fados que será lançado em breve, e já estão trabalhando no material de seu segundo CD, o qual terá músicas originais numa fusão poética e musical de amigos brasileiros, portugueses, angolanos e mexicanos.  Além dos trabalhos com o Fogo Ensemble, também colaborou em outros projetos, interpretando músicas de Mateo Meonni (Itália), Christian Maya (México), Saulo Alves e Paulo Nunes (Brasil). Não esquecendo as suas raízes, interpreta com veemência a música mexicana, e algumas músicas da América do sul.
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